A prática de utilizar a infraestrutura pública como vetor de consagração e projeção política é tão antiga quanto a própria civilização. Os registros históricos apontam que os antigos reis da Mesopotâmia, há mais de 4.000 anos, já mandavam carimbar seus nomes em cada tijolo de barro dos grandes zigurates para garantir a autoria da obra. […]
O post Orfanato tupiniquim de obras públicas: preço da descontinuidade administrativa apareceu primeiro em Consultor Jurídico.
